Como elucida o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a construção para o varejo exige uma dinâmica de execução distinta de qualquer outro setor da engenharia civil, priorizando a velocidade sem abrir mão do rigoroso padrão de identidade visual das marcas. Atender grandes redes de varejo significa gerir cronogramas agressivos, nos quais cada dia de atraso representa uma perda direta de faturamento para o cliente.
Abordaremos os critérios de seleção de parceiros que garantem a entrega de lojas e centros de distribuição com total conformidade. Continue a leitura para entender as estratégias que transformam projetos complexos em pontos de venda prontos para o público.
Como o conceito de “time-to-market” impacta o setor varejista na engenharia civil?
O setor varejista opera sob o conceito de “time-to-market”, o que impõe à engenharia a utilização de sistemas construtivos industrializados e de rápida montagem. De acordo com o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o uso de estruturas metálicas, fechamentos em drywall e fachadas pré-fabricadas é essencial para comprimir os prazos de entrega.
A coordenação entre as instalações elétricas, de climatização e de combate a incêndio deve ocorrer de forma simultânea à execução civil, exigindo uma gestão de projeto altamente integrada. Qualquer erro de compatibilização no canteiro pode comprometer a data da grande inauguração, um evento que geralmente envolve campanhas de marketing nacionais e não admite adiamentos.
O que as grandes redes exigem de seus parceiros na construção para o varejo?
A transparência na gestão de custos e o cumprimento rigoroso das normas de segurança do trabalho são os primeiros filtros de seleção para as grandes redes nacionais e internacionais. Como considera o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o varejo exige relatórios de progresso em tempo real e um controle orçamentário que evite aditivos imprevistos durante a execução.

A capacidade financeira da construtora para mobilizar recursos e garantir o fluxo de suprimentos em diversas localidades simultaneamente é um diferencial competitivo decisivo. O parceiro ideal é aquele que atua como um braço estratégico, antecipando problemas logísticos e oferecendo soluções de engenharia de valor que otimizem o custo por metro quadrado. Outra exigência crescente é a adoção de práticas de sustentabilidade e eficiência energética, visando reduzir o custo fixo de operação das lojas.
Por que a logística de obras é o segredo para o sucesso no varejo?
Muitas vezes, as obras de varejo ocorrem dentro de shopping centers ou centros urbanos densos, onde o horário de trabalho e a movimentação de materiais sofrem restrições severas. Como ressalta a liderança da empresa do Grupo André Guimarães Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a logística silenciosa e limpa é fundamental para não interferir na operação de lojas vizinhas ou no fluxo de pedestres.
A organização do canteiro em espaços reduzidos exige uma coordenação de suprimentos “just-in-time”, em que as peças chegam exatamente no momento da instalação. Dominar essa complexidade logística é o que permite que grandes redes expandam sua capilaridade com rapidez e segurança operacional em todo o território nacional.
A eficiência construtiva no mercado varejista
O setor de varejo é um dos mais dinâmicos da economia, e sua expansão física requer uma engenharia que fale a língua do negócio: agilidade, precisão e custo-benefício. Como conclui o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, construir para grandes redes é um exercício de confiança e parceria técnica contínua.
Ao entregarmos infraestruturas modernas e eficientes, estamos ajudando a movimentar o consumo e a gerar milhares de empregos em todo o Brasil. A excelência na construção é o palco onde o varejo nacional encena o seu crescimento e consolida a sua presença no dia a dia do consumidor.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez


